| | O presidente do Conselho deliberativo do Atlético paranaense, Mario Celso Petraglia anunciou aos quatro cantos que o Furacão entraria nos tempos da modernidade e que não pouparia esforços para tanto. Demorou quase um mês, fez suspense e disse que o clube contrataria 'o treinador' e não qualquer técnico. Além dele, chamou um profissional da Itália (para inglês ver) para cuidar da parte motivacional dos atletas. |
Trapalhada sem explicações
Petraglia, após todo o suspense, anunciou Mario Sérgio Pontes de Paiva que, com todo o respeito devido, não tem condições de dirigir uma equipe no momento em que se encontra o clube paranaense. Seu currículo como atleta foi bom. Já, como treinador, Mario Sérgio jamais conquistou um título de expressão.
Quatro derrotas e um amargo adeus Mário Sérgio foi demitido do comando. Geninho está cotadíssimo para assumir o lugar dele. Os dirigentes parecem que ainda não compreenderam o que se passa com o time e buscam soluções a todo custo. Esbanjaram tranqüilidade, mas agora o tempo está acabando.
O último que sair, apaga a luz Depois de demitir o treinador Mário Sérgio, os mandatários do clube, Mario Celso Petraglia e João Augusto Fleury resolveram deixar o departamento de futebol. Afinal, segurar esta bomba não é lá tarefa das mais simples. Aliás, já estava na hora mesmo deles abrirem espaço para outras pessoas dirigirem o futebol do clube.
Arena de Babel
A torre está em chamas. Contrataram um italiano motivador para dar um jeito nos jogadores. Ora, amigos. Um italiano, que não fala português nem ao menos entende a realidade cultural do povo e do jogador de futebol brasileiro dificilmente ajudará o time a sair de uma crise que poderá levar o clube à segundona em 2009.
O homem chegou com passagens em vários clubes europeus no currículo. O problema é que ali, cada um fala um idioma (literalmente) e ninguém se entende. Motivar em italiano um clube em que os principais governantes se 'auto demitem' é, no mínimo, uma tarefa indigesta.
Edinho no comando
O ex-jogador da seleção brasileira entrou para colocar ordem na equipe. Até agora, o diretor de futebol acumulou derrotas e não conseguiu dar ainda uma identidade ao time.
A torcida exige mudanças
O Atlético paranaense é grande demais para o que estão fazendo com ele.
Os torcedores do clube merecem mais respeito e consideração. A bagunça ali, amigos, passou de todos os limites. O amadorismo, cedo ou tarde, derruba a casa e é implacável. Ou se muda a concepção administrativa, política e organizacional do clube, ou 2009 promete ser mais negro do que rubro.
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